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24 de julho de 2014

Coisas que comemos enganados.



Ler o rótulo para saber o que estamos comendo é essencial para não comer gato por lebre, embora nem sempre isso funciona, e as vezes, no caso da cereja, nem mesmo rótulos há.

Uma pesquisa divulgada neste mês pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) mostrou que muita gente pode levar para casa itens que, na verdade, não são exatamente aquilo que parecem ser. 
E o pior, estão todos de acordo com a legislação e portanto não estão enganando ninguém, apenas os desatentos e meio ceguetas que não conseguem ler letras miudinhas ou não entendem patavinas do que está escrito no rótulos... ou seja 95% da população.

Conheça algumas coisas que você usa de forma errada ou provavelmente nem sabia que se usava de  forma errada

1- Hambúrguer de picanha sem picanha

Quem ama churrasco dificilmente terá dúvidas entre escolher um hambúrguer de picanha e outro de carne bovina não especificada. O problema é que sanduíches prontos congelados para micro-ondas têm estampado o nome dessa carne nobre em letras garrafais e, em descrição miúda, explicam que não é bem assim. Os pesquisadores do Idec viram marcas cuja carne era, na verdade, uma mistura de carne bovina com carne de frango e sabor de picanha. O queijo “sabor cheddar” também não passa de queijo processado.

2- Mostarda

O complemento de cor amarela que muita gente gosta de adicionar no sanduíche também está na lista das comidas que podem enganar. Isso porque, sob a nomenclatura de “molho de mostarda”, esse ingrediente pode conter bem menos sementes do condimento do que deveria. Para engrossar o caldo, são misturados água, vinagre, açúcar, amido e uma pequena quantidade do vegetal que dá nome ao produto.

3- Linguiça calabresa com frango e soja

O Ministério da Agricultura estabeleceu que a linguiça calabresa deve ter apenas carne suína, com ingredientes que dão o sabor picante próprio da pimenta calabresa. No entanto, o Idec percebeu uma manobra por parte de grande parte das marcas: usando o termo “linguiça tipo calabresa”.Praticamente todas as marcas de calabresa defumada vêm com a inscrição "tipo calabresa" nas suas embalagens. Teoricamente, a interpretação seria: "se é 'do tipo' calabresa, é porque não é toscana, portuguesa, ou seja lá o que for. Portanto, a palavra 'tipo' está especificando o 'tipo' de linguiça".
No entanto, a lista de ingredientes das calabresas defumadas diz o seguinte: "carne suína, carne mecanicamente separada de aves (...), proteína de soja (...)". Bingo! A ambiguidade salta aos olhos: 'tipo' calabresa é porque não é uma calabresa original, é como se fosse calabresa...
Um regulamento técnico do Ministério da Agricultura prevê essa prática, desde que a denominação seja "tipo calabresa" (e não apenas "calabresa"). Mas e aí, você quer carne de porco, de aves, de soja ou tipo tudo junto e misturado?

4- Requeijão com amido e gordura vegetal

Ao ver embalagens muito parecidas na geladeira do supermercado, o consumidor pode não perceber quem alguns tipos de requeijão não são exatamente como o esperado. De acordo com o Idec, informações em letras pequenas nos rótulos mostram que há potes que trazem, além do derivado do leite, itens derivados de vegetais como amido e gordura vegetal.

5- Muçarela de búfala com leite de vaca

Por trás do queijo em formato de bola, cor branca e sabor suave pode haver uma mistura não muito interessante. Algumas marcas, segundo a pesquisa do Idec, usam quantidades grandes de leite de vaca (e não apenas de búfala) na fabricação dessa muçarela. O levantamento feito pelo órgão verificou que o teor de leite diferente pode atingir 80% da composição.

6- Leite com chocolate sem leite

Apesar de parecer, os achocolatados prontos não são exatamente feitos de leite com chocolate. Na verdade, as caixas contém “bebida láctea”, o que significa que o que se bebe é soro misturado com leite de diferentes formas, como reconstituído e em pó, além de água e gordura vegetal. Isso faz com que eles sejam menos nutritivos do que o desejado.

7- Mel que não vem da abelha

Com um preço inferior ao mel autêntico, esse tipo de mel costuma ser a primeira opção dos desavisados. Mas basta a leitura do rótulo para ver que a substância é outra, podendo ser à base de glicose ou de melado de cana. A primeira opção é, segundo nutricionista consultada pelos pesquisadores, menos saudável, por ser muito processada e ter um alto nível de açúcar. A segunda é um pouco menos nociva, por ter alguns minerais.

8- Azeite com óleo de soja

Apesar de embalagens, nomes dos produtos e localização nas prateleiras indicarem que o consumidor está diante de uma lata de azeite, há algumas marcas que podem enganar. Em vez do mais puro óleo de oliva, o que se encontra é uma mistura em que o ingrediente principal é o óleo de soja. A porcentagem nesses casos gira em torno de 85% a 90% da composição.

9- Cerveja de milho

Sob a expressão “cereais não maltados”, impressa na composição das cervejas brasileiras, muitas das grandes marcas disfarçam uma alteração na receita original da bebida, que deveria incluir apenas água, malte de cevada e lúpulo. O Idec chamou a atenção para duas pesquisas feitas em 2012, nas quais muitas cervejas do país têm quase 50% de milho em sua composição.

10- Iogurte que não é iogurte

Assim como no caso dos achocolatados prontos, os iogurtes também podem conter soro de leite, o que faz com que, tecnicamente, não possam ser chamados de iogurte, mas sim de “bebida láctea fermentada”. A diferença está principalmente na consistência, já que estes últimos são mais “aguados” do que o alimento original.

11 Pão e biscoito integral que não são, digamos, integralmente integrais

Alimentos integrais são grãos que não passam por um processo de refinamento. Com as fibras preservadas, eles ajudam a limpar o organismo: mantém os níveis de colesterol baixos e controlam os picos de insulina no sangue, aumentando a saciedade e facilitando o emagrecimento. Só que comprar pães e biscoitos integrais não é tão fácil quanto parece. É que a Anvisa não estabelece nenhuma regra para a fabricação desses produtos, como por exemplo uma porcentagem mínima de farinha integral na composição para que ela possa ser chamado assim. Comece a ler as embalagens com bastante atenção e você vai reparar que a maioria desses alimentos nas prateleiras também inclui farinha refinada na composição. Ou seja: na maioria das vezes, pão integral não é 100% integral. E em alguns casos, a porcentagem de farinha integral pode chegar a apenas 30%. Para ter certeza que não está levando gato por lebre, lembre-se dessa dica: o pão realmente integral tem de 3 a 5 gramas de fibras a cada 50 gramas de pão. Fique de olho na tabela nutricional.

12- Cereja

Na lista não poderia faltar a "cereja do bolo": O chuchu é o vegetal mais sem personalidade que existe. E a cereja é cara no mundo tropical. Por isso, confeiteiros e culinaristas muitas vezes recorrem a um truque culinário que transforma o chuchu em cerejas em calda. Elas são usadas em bolos e tortas, e você provavelmente já comeu muito chuchu por cereja nessa vida. Claro que cerejas frescas, daquelas que a gente só come no Natal (e que são importadas) não fazem parte da farsa alimentícia. Mas aquela cerejinha que enfeita a fatia de bolo da padaria da esquina por cima do marshmallow provavelmente é uma farsante.

13-Carne de siri que é feita de todo o resto que há no mar, menos siri

Ele é a estrela do restaurante japonês: o kani é o coringa dos sushis mais sem-graça da bandeja. É usado também em saladas orientais e até como snack. O kani, como se sabe, é feito de carne de siri processada. Só que não. Carne de siri de verdade é cara - e o kani que conhecemos certamente não seria tão abundante assim se esse não fosse o caso. A principal matéria prima do kani é o surimi, uma massa feita de carnes de diferentes tipos de pescados e misturada com coisas como amido de trigo, clara de ovo, açúcar, extrato de algas, extratos aromatizantes de caranguejo e lagostas, sal, vinho de arroz e até glutamato monossódico, uma substância difícil de ser metabolizada pelo corpo e que pode até causar câncer. O pigmento rosa? É Colchonilla, um corante alimentício avermelhado que é obtido esmagando-se um inseto vermelho de mesmo nome.

Retirado daqui

4 de setembro de 2012

Substância em batom e creme dental pode causar problemas cardíacos

Batom-2

Uma substância usada em batons e cremes dental pode causar problemas cardíacos e musculares, de acordo com cientistas. Eles descobriram que o triclosano, um agente antisséptico presente nesses produtos, pode impedir que os músculos, incluindo o coração, recebam sinais do cérebro. As informações são do Daily Mail.
Em um estudo feito com ratos, os pesquisadores notaram uma redução da função cardíaca em 25% durante 20 minutos de exposição. Por isso, alertam para os possíveis danos à saúde humana. Isso acontece porque o produto químico interrompe o fluxo de íons de cálcio, que traz os sinais elétricos do cérebro para os músculos.
No entanto, reguladores e outros especialistas afirmam que os níveis de triclosano são seguros nestes produtos e que as doses injetadas em camundongos foram maiores do que aquelas a que as pessoas estão expostas. Segundo a lei da União Europeia, a substância pode ser usada em concentrações de até 0,3% em cosméticos.

Embora estudos anteriores já tenham mostrado que o triclosano pode ter ligações com problemas de tireoide e fertilidade, esta é a primeira vez que seus efeitos tenham sido testados em músculos.
“Para uma pessoa saudável, 10% a menos da função do coração pode não ser relevante, mas se você tiver uma doença cardíaca, pode fazer uma grande diferença”, disse Isaac Pessah, líder do estudo publicado na revista Proceedings.

retirado daqui


31 de julho de 2012

Como gelar cerveja em 3 minutos



Editora Globo

Créditos: Samuel Rodrigues
A festa começou, as pessoas não param de chegar e, naquele abre e fecha da geladeira, todas as bebidas ainda estão quentes. Você não precisa mais do que ciência e 3 minutos para resolver o problema. Anote aí!
O sal se dissolve facilmente na água e reduz seu ponto de congelamento. Pura, a água congela a cerca de 0 ºC. Já a água com sal precisa de uma temperatura menor, que pode chegar a dezenas de graus abaixo de zero.
Quando o sal é colocado no gelo, parte dos cubos derretem, “roubando” calor durante a troca de estado físico e esfriando a mistura como um todo. Além disso, o sal dissolvido provoca uma reação endotérmica, ou seja, reduz mais a temperatura da mistura. O álcool tem um papel semelhante: derrete o gelo “roubando” calor e diminui ainda mais o ponto de congelamento. É usado porque quando a temperatura ficar abaixo de -9 ºC, o sal perde um pouco do efeito, mas o álcool não.
Alerta Galileu: De olho no relógio: o alumínio é bom condutor de calor, e 3 minutos são suficientes para que as latinhas mergulhadas encontrem o equilíbrio térmico. Como a temperatura fica abaixo de zero, após alguns minutos, a bebida vai estar tão gelada que não vai dar para sentir o gosto e periga congelar.
Assista ao vídeo


Fontes: Cláudio Hiroyuki Furukawa, do Instituto de Física da USP.

27 de junho de 2012

7 vacinas que todo adulto deve tomar

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Ninguém hesita em levar os filhos para tomar vacina, mas, na hora de zelar pela própria saúde, muitos adultos desprezam este cuidado. Em todas as fases de nossa vida, porém, estamos sujeitos a infecções por vírus e bactérias que, se não forem prevenidas, podem causar muitos e graves problemas de saúde.
As doenças crônicas que se manifestam na vida adulta indicam que o individuo precisa se vacinar tanto para bactérias quanto para vírus. No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos. No caso dos vírus, a imunização dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço, para garantir que a doença não volte.

Confira  sete tipos de vacinas que devem constar do seu cartão de vacinação:

1 – VACINA DUPLA / ADULTO / DIFTERIA E TÉTANO
A difteria é causada pela toxina do bacilo Corynebacterium diphteriae que é contraído pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração e até levar a óbito.
O tétano é uma doença infecciosa grave que frequentemente leva à morte. É causada pela neurotoxina tetanospasmina, produzida pela bactéria anaeróbica Clostridium tetani . A neurotoxina compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas. Se a doença não for tratada a tempo, é possível haver uma parada respiratória que pode levar à morte, devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração. Ferir-se com prego ou qualquer metal enferrujado é uma das formas mais comuns de contrair o tétano. A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalos de dois meses. Geralmente essas três doses são tomadas na infância. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz.
2 – VACINA TRÍPLICE-VIRAL – SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA
O sarampo é uma doença viral, uma infecção do sistema respiratório, causada por um paramixovírus do gênero Morbillivirus. É altamente contagiosa e afeta principalmente crianças. É transmitida através de gotículas expelidas pelo nariz, boca ou garganta de pessoas infectadas. Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.
A parotidite infecciosa, popularmente conhecida como papeira ou caxumba, é uma doença de transmissão respiratória, causada pelo vírus da parotidite infecciosa (foto de microscópio à direita). Conhecida por deixar o pescoço inchado, é uma doença da infância geralmente inofensiva, mas pode causar alguns problemas no adulto, como meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas. A inflamação de uma ou ambas as glândulas parótidas (responsáveis pela produção de saliva), são sua principal característica.
A rubéola é uma doença causada pelo togavírus, é transmitida por via respiratória. Seus principais sintomas são muito parecidos com outras doenças virais comuns na infância, como sarampo e caxumba, geralmente envolvendo febre, manchas avermelhadas pelo corpo, dor de cabeça, dor pelo corpo, dificuldade ao engolir, nariz entupido e aumento dos gânglios. Geralmente cura-se sozinha, mesmo sem tratamento, mas, em mulheres grávidas, o embrião pode sofrer malformações. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento. Mesmo que não apresente sintomas perceptíveis, o doente de rubéola pode contaminar as pessoas com quem convive. O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente. Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.
3 – VACINA CONTRA A HEPATITE “B”
A hepatite B é uma doença infecciosa frequentemente crônica, causada pelo vírus HBV .É transmitida sexualmente ou por agulhas com sangue infectado e pode evoluir paran um quadro de cirrose hepática ou câncer do fígado (hepatocarcinoma). A hepatite B, em geral, não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tiveram a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado. Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença.
4 – VACINA PNEUMO 23 – PNEUMONIA
O pneumococo , bactéria que pode causar a pneumonia entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração (alvos mais fáceis para o pneumococo), devem tomar essa vacina, sempre que há uma campanha de vacinação. Mesmo sendo ela uma das vacinas mais importantes, é a única do calendário que não é oferecida em postos de saúde. Para tomá-la, é preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais.
5 – VACINA CONTRA A FEBRE AMARELA
A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. Se não for tratada, a febre amarela pode levar à morte. Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do País e alguns municípios dos Estados do Maranhão, Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mesmo que efeitos colaterais mais sérios sejam raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita àqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco.
6 – VACINA CONTRA A INFLUENZA (GRIPE)
O vírus da Influenza pertence à família dos ortomixovírus e se apresenta nos 3 tipos A, B e C. O tipo A promove doença de moderada a severa, em todas as faixas etárias e pode causar epidemias, afetando até animais O tipo B afeta somente humanos, principalmente crianças e causa epidemias leves.O tipo C não é epidêmico. A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar, mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe. Isso porque o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam, ela demora uma média de 15 dias para se efetivar. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares.
7 – VACINA CONTRA O HPV
O vírus do papiloma humano (HPV, do Inglês Human Papiloma Virus) é um vírus (foto microscópica à direita). que infecta os queratinócitos da pele ou mucosas, e possui mais de 200 variações diferentes. A maioria dos subtipos está associada a lesões benignas, tais como verrugas, mas certos tipos são frequentemente encontrados em determinadas neoplasias como o câncer do colo do útero, do qual se estima que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos verificados. A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do vírus. Segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos de HPV são registrados por ano no Brasil.
O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele. Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda. A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação. O HPV possui mais de 100 tipos diferentes e a vacina protege apenas contra alguns deles
ATENÇÃO PAIS E RESPONSÁVEIS POR CRIANÇAS
Por falar em vacinas, começou no último dia 16 de junho a Campanha de Vacinação Contra a Poliomielite (paralisia infantil), que continuará até o dia 6 de julho próximo. Devem ser vacinadas as crianças até 5 anos de idade. Em 1994, o Brasil recebeu, da Organização Mundial de Saúde (OMS), o certificado de eliminação da paralisia infantil. Mas a vacinação é importante porque o vírus continua em circulação em 16 países, principalmente nos da África e da Ásia.

retirado daqui

16 de junho de 2012

Pipoca: mais saudável do que você imagina

pipbanner
Quem não gosta de assistir um filme comendo pipoca? A pipoca tem sido condenada por alguns nutricionistas, mas, quando preparada com os ingredientes certos, ela tem poucas calorias, faz bem para o coração e é nutritiva. Ela possui mais polifenóis (substâncias antioxidantes), do que as frutas e vegetais. Os polifenóis já foram associados à diminuição das doenças cardíacas e de certos tipos de câncer. E, por se tratar de um alimento integral, a pipoca também é uma boa fonte de fibras.

É claro que a pipoca não substitui uma refeição, mas é uma boa escolha na hora de comer uma “besteira”. O que se deve fazer é evitar a manteiga, o óleo de cozinha e o excesso de sal, que diminuem seus benefícios. E, se você só come pipoca quando vai ao cinema, saiba que esse é o pior tipo possível. Estudos revelam que as “variedades cinematográficas” possuem muito mais calorias, sal e gordura saturada, sendo quase a mesma coisa que comer um lanche em cadeias de fast food. Estudos mostram que muitos componentes químicos usados nesses produtos são prejudiciais à saúde. As pipocas de microondas podem ser “práticas”, mas têm muitos pontos negativos, mesmo quando a escolha são as light ou de pouca gordura. Comidas feitas em microondas (ou simplesmente aquecidas) não fazem bem a ninguém, sejam lá de que tipo forem. A melhor opção mesmo é a tradicional pipoca de panela, feita em casa, com um pouco de azeite de oliva.
Origem da pipoca
A pipoca surgiu na América, há mais de mil anos. Os primeiros europeus que chegaram ao continente descreveram a pipoca, desconhecida por eles, como um salgado à base de milho, usado pelos índios, tanto como alimento, quanto como enfeite para o cabelo. Sementes de milho usadas para fazer pipoca foram encontradas por arqueólogos, não só no Peru, como também no atual Estado de Utah, nos Estados Unidos, o que sugere que ela fazia parte da alimentação de vários povos americanos. Sabe-se, porém, que, inicialmente, os índios preparavam a pipoca com a espiga inteira sobre o fogo. Depois, eles passaram a colocar só os grãos sobre as brasas – até inventarem um método mais sofisticado, ou seja, cozinhar o milho numa panela de barro com areia quente.
A pipoca já era vendida em feiras e parques nos Estados Unidos no século XIX. No fim desse período, surgiram os primeiros cinemas, e, com eles, vieram os ambulantes e seus carrinhos de pipoca. No começo, os donos dos cinemas torciam o nariz e achavam que a pipoca distraía os espectadores, mas não houve como resistir à tendência e a pipoca passou a ser parte inseparável dos fãs de cinema. Durante a Grande Depressão, nos EUA, a pipoca era relativamente barata e se tornou popular. Assim, o negócio da ‘pop corn’ prosperou e se tornou uma fonte de renda para os agricultores em dificuldades. Hoje, nos EUA, as vendas de pipoca chegam a 45% dos lucros dos cinemas. Os americanos consomem, por ano, 15,12 bilhões de toneladas de pipoca, cerca de 50 toneladas por pessoa. No Brasil, são 80 mil toneladas anualmente
retirado daqui

22 de abril de 2012

NÃO BEBA LEITE

Se você  tem de Cãibras, Diarréias, múltiplas formas de alergias, arteriosclerose e ataques de coração, anemia, erupções cutâneas, acne, leucemia, Artrite reumática e as cáries dentárias há uma grande possibilidade de suas origens serem do leite de vaca que você toma diariamente.Descubra porquê?

Fonte: Don´t drink your milk de ( Frank A. Oski ) - Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu Mestrado na Universidade de Pensilvania.
Na Azia, África, América do Sul e Europa consideram uso do leite de vaca inadequado para a saúde.
Normalmente o ser humano perde a actividade da lactose no intestino delgadoentre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos. (Pag. 9)
Em 1965 a Escola de Medicina de Johns Hopkins apresentou um estudo que constatou que15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra não toleram o consumo de leite devido á lactose.
A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame. (Pag.11)
Quando convertemos o leite em Iogurte, muita da lactose é convertida em glucose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo curado, muita da lactose se converte em simples açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite. (Pág. 13)
Vários problemas Gastrointestinais tem sintomas da intolerância á lactose. (Pag. 16)

Problemas no Rins - Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose (alteração dos rins). Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínasque desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés. Algumas crianças, podem inclusive, desenvolver nefrose crónicas o que lhe pode levar á morte.

Problemas Cardíacos - Certo Cardiologista estudou em certa ocasião os corações de mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, foram separadas em dois grupos as que beberam leite na infância e outro que não bebiam leite e descobriu que as que beberam leite se encontraram danos nas artérias coronárias. O leite materno é determinante na saúde dos bebes mas não use leite de vaca em nenhum momento, prova disse são que os pediatras não recomendo o consumo para crianças por causa de alergias e outros problemas.
Leite Materno - Existem evidências que apoiam a convicção de que as crianças que sealimentam de leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermidadesdo que aquelas que não o utilizam. Em estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado parcialmente com leite materno. A mortalidade por infecções gastrointestinais foi de 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que amortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior. As crianças alimentadas á base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os não consumiam. (Pags. 38 e 39).

O leite de uma vaca, por muito sadia que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas. (Pags. 54)
É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos. Este dado que foi corroborado por um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania numa de suas investigações. (Pag. 64)
Fonte: Traduzido por Dr. Fernando M. Gonçalves (PH-DN) Naturologo.
(Prof. De Oligoterapia e Enzimologia. Pesquisador em matéria de nutrição)}Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos
Matéria na Integra:  saudeintegral.com


ALTERNATIVAS


Obtendo o CálcioNos vegetais, como os brócolis e couves, também contêm cálcio, e apresentam uma taxa de absorção deste mineral semelhante à dos lacticínios

Obtendo as proteínasCarne de frango - Valor biológico: Alto  - Quant: 25 a 30g a cada 100gCarne de peixe   - Valor biológico: Alto  - Quant: 30 a 35g a cada 100gCarne vermelha  - Valor biológico: Alto  - Quant: 25 a 30g a cada 100gOvos                   - Valor biológico: Alto  - Quant: 3 a 3,5g por unidade
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10 de fevereiro de 2012

Absolvendo a batata


Alimento é rico em vitaminas e não compromete a dieta

Foto: Getty Images
Dá para incluir até sete porções semanais da batata na dieta
Sempre relacionada à grande quantidade de carboidratos, a batata é tida como uma das grandes vilãs da dieta. Quem tenta emagrecer, costuma riscar o alimento do cardápio. Mas uma pesquisa norte-americana realizada pela Universidade da Califórnia, em conjunto com o Centro Nacional de Segurança da Comida e Tecnologia, promete mudar essa visão.
Segundo os pesquisadores, é possível incluir de cinco a sete porções de batata na dieta por semana e ainda assim perder peso. O estudo analisou 86 pessoas obesas, divididas em três grupos, que seguiram dietas diferentes, mas todas incluíam esse alimento. Todos os participantes perderam peso e não houve diferença significativa de emagrecimento entre os grupos. “Não há evidências de que as batatas, quando preparadas de uma maneira saudável, contribuam para o ganho de peso”, afirmou o pesquisador chefe, Britt Burton-Freeman.
A nutricionista Fernanda Granja ressalva: “o corpo precisa de carboidrato para raciocinar, caminhar e realizar todas as atividades diárias. Não se pode riscá-lo da dieta”, afirma.
Uma porção média (em torno de 150g) tem 110 calorias e quase a metade da necessidade diária de vitamina C (45%). Além disso, tem mais potássio do que uma banana, não contém gordura, sódio ou colesterol. “Ela fornece 21% do valor diário de potássio”, afirma David Grotto, em seu livro “101 alimentos que podem salvar a sua vida” (Editora Larousse).
“E também é rica em amido, vitamina B6 e zinco, que não é facilmente encontrado. A batata é um ótimo alimento, na verdade, ela é mal utilizada”, afirma José Alves Lara Neto, médico nutrólogo e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrólogos. Para o especialista, esse alimento precisa ser mais bem explorado e utilizado de modo a usufruir de todos seus nutrientes.
“O ideal é consumi-lo com a casca. Basta lavá-lo com uma bucha ou deixá-lo de molho com bicarbonato. A casca concentra grande parte dos nutrientes como ferro, magnésio”, afirma.
No Brasil, o tipo mais consumido é a chamada batata inglesa. No entanto, Fernanda Granja indica o consumo do tipo yacon.
“Ela lembra uma pera e pode ser consumida crua, é rica em fibras e ajuda na absorção da glicose”, diz.
Método de cozimento
Cozidas ou assadas, uma porção média de batatas pode ter até 150 calorias. Fritas, ela passa para assustadoras 500 calorias e agregam 30 gramas de gordura, 10g acima da recomendação diária.
O FDA (Food and Drug Administration), órgão norte-americano que regulamenta o setor de alimentação e medicamentos, afirma que a batata pode reduzir o risco de pressão alta e derrame.
Sal em excesso
Outro complicador na batata é o sal que a acompanha. O condimento deve ser usado com moderação porque eleva a pressão arterial. Para reduzi-lo, use outros temperos como o alecrim e a sálvia, um pouco de azeite e pronto. 

Dicas:
- Escolha aquelas que estiverem firmes e lisas
- Devem ser guardadas em local fresco e escuro, assim podem durar por várias semanas
- Não guarde a batata na geladeira, ela escurecerá durante o cozimento e o amido se transformará quimicamente em açúcar 
- Não guarde junto com as cebolas, assim elas apodrecem mais rápido
- Evite levar aquelas que têm brotinhos ou manchas escuras. “Esses brotos têm substâncias tóxicas que podem provocar diarreias ou câimbras”, afirma Lara Neto.

Fonte: IG Saúde